Arquivo da categoria: Educação

Primeiro curso de comunicação de Pernambuco contendo programação neurolinguística, hipnose, neurocoach, e fonoaudiologia.

FORMAÇÃO DE COMUNICADORES (COMUNICAÇÃO DE ALTO IMPACTO)

formação de comunicadores - comunicação de alto impacto

Os principais líderes do mundo possuem uma característica em comum: o domínio da comunicação. Muitos profissionais possuem a mesma dificuldade, de expressar o que querem, e serem entendidos. A LIGA DOS COMUNICADORES entra aí, com esta formação que prepara o participante a compreender e exercer uma comunicação de alto impacto, ou seja, conseguir passar a informação e vender suas ideias se utilizando de várias ferramentas estratégicas e infalíveis.

OBJETIVOS

Habilitar os profissionais a apresentar a mensagem desejada de forma diferenciada, clara, sólida e criativa, e facilitando o entendimento e fixação do público-alvo;

Formar comunicadores/participantes a desenvolverem o processo de planejamento da apresentação de maneira estratégica;

Preparar os comunicadores para identificar e maximizar seus pontos fortes e as oportunidades de melhoria em termos de exposição em público.

Estimular ao cuidado e uso estratégico da voz;

Habilitar os Comunicadores/participantes a desenvolverem uma comunicação de alto impacto;

Apresentar técnicas eficazes e aplicáveis de apresentação;

Identificar, junto com o participante, os pontos a melhorar em sua comunicação.

PÚBLICO ALVO

Profissionais que necessitam falar em público, em reuniões, entrevistas, palestras ou outras situações de comunicação nas suas diversas áreas de atuação.

FACILITADORES

JAMILE MEIRA DE VASCONCELOS – CRFª 6693/PE
Graduação em Fonoaudiologia pela Universidade Católica de Pernambuco (1998)
Especialista em Voz – UFPE (2001)
Especialista em Motricidade Orofacial – Conselho Federal de Fonoaudiologia (2003)
Mestre em Engenharia de Produção – UFPE (2013)
Especialista em Fonoaudiologia do Trabalho – Conselho Federal de Fonoaudiologia (2015)
Formação em Coach pela metodologia Brain Based Coaching System – Instituto Fellipeli (2016)
Sócia da Dialog (saúde, comunicação e perícia), atuando como consultora de empresas no desenvolvimento do Programa de Conservação Vocal, Auditiva, Saúde Corporativa e Aperfeiçoamento da Competência Comunicativa.

Intervenção clínica para pessoas que usam a voz profissionalmente.
Tem experiência de consultoria em empresas de telesserviços, atendimento presencial e comunicação em rádio e TV.
Coordenadora de pós-graduação lato sensu em Fonoaudiologia Hospitalar, Fonoaudiologia do Trabalho e Voz e cursos de extensão na área de Fonoaudiologia pelo IDE cursos Faculdade Redentor.
Docente de cursos de pós-graduação em Fonoaudiologia do Trabalho e em Voz pela Faculdade Redentor.
Instrutora do SENAC e instrutora e consultora do SEBRAE/PE.
Membro do Comitê de Voz da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.
Perita e assistente técnica em perícias vocais, auditivas, DTMs, grafotécnica e documentos copia.
Foi professora substituta de graduação em Fonoaudiologia na área de voz da UFPE (2006 a 2008).

JULIO PASCOAL:

Palestrante á cerca de sete anos especializado em Comunicação de Alto Impacto para vendas e negociações, Hipnólogo clínico certificado pelo Instituto Brasileiro de Formação em Hipnose (IBFH) possui formação em Marketing, Pós-Graduação em Administração de Marketing e também em Gestão de Negócios – FCAP – UPE, e também certificação internacional em administração de Marketing pela Univerdad de Mayor – Santiago/Chile. Professor universitário, também é consultor e treinador, atuando em empresas públicas e privadas de Pernambuco e outros estados. É premiado como escritor em um dos principais blogs de negócios do Brasil (de acordo com o júri popular) o Implantando Marketing de Minas Gerais. Apresentador, já pisou em grandes palcos no nordeste e fora dele. Sempre solicitado por várias emissoras de tv’s como GLOBO, TV NOVA/CULTURA, REDE BRASIL DE COMUNICAÇÃO, para falar sobre temáticas de Comunicação, empreendedorismo, e desenvolvimento de carreira em geral. A mais de dois anos é comentarista de comunicação.

EXTRAS
Coffe-breaks;
Participação em grupo de ex-alunos no whatsapp;
Apostila;
Certificado.

Link para inscrição (faça parte da seleta Liga dos Comunicadores):

https://goo.gl/forms/8S8m7b0RepHV0mgB3

 

The Joneses e a Ótica do Marketing



     Por Carlos Leão, Edilma Maria e Júlio Pascoal

 

 

O Marketing tem o papel de tornar visível (perceptível) o produto/serviço para o público-alvo e para que isto ocorra são utilizadas várias estratégias de comunicação de acordo com o posicionamento da marca e perfil dos prospectes. A comunicação com o futuro cliente pode ocorrer de várias formas e em vários momentos. O conhecimento profundo do público-alvo é que vai determinar que tipo de ação deva ser utilizado, mas é preciso ter em mente que é possível interferir na percepção e não na forma de consumação: isso o cliente é que vai definir.     No ponto de vista ético, pode se considerar possível, toda e qualquer forma de comunicação, porém a transparência e o respeito ao consumidor, é essencial neste processo. O objetivo do profissional de Marketing é provocar no público alvo, o desejo de consumir, mais não é responsável, pela forma e intensidade desse consumo. A capacidade do cliente alvo em consumir, está relacionada a fatores sociais, culturais, e econômicos. Diante desta afirmação, o Marketing isenta-se dos riscos psicossociais, ocasionados pelo mau uso nos processos de consumo.                                                                                                                                                    Solomon, em sua análise do Comportamento do Consumidor, aborda o aspecto fundamental do ‘fazer marketing’ que é o de vender sonho; tudo o que uma pessoa deseja pode ser adquirido em todas as partes do mundo, em um clique: está na tv, está no supermercado e pode chegar à casa: é o sonho consumado, a transformação do imaginário em realidade. Baudrillard também aborda a questão do sonho, mas sua análise permeia a “Sociedade do Consumo” e seu aspecto fundamental que perpassa sobre o conceito mais utilizado hoje: o formato drugstore de vender sustentada pela ótica dos shoppings centers, onde tudo pode ser adquirido. É um mundo particular da sociedade capitalista: cinema, lojas suntuosas, restaurantes finos e uma gama de opções. Os exemplos refletem o filme “The  Joneses” do diretor Derrick Borte.

Sou como uma abelha!

Quando criança, fui interrogado por um parente próximo:

– O que você vai ser quando crescer?

Eu tinha de 10 á 11 anos, mas, já tinha idéia do que queria fazer.

– Quero trabalhar com clientes, atendente ou vendedor. Quero uma sala com ar condicionado e um computador só pra mim. Respondi empolgado.

Meu parente falou:

– Rapaz você já é servente de pedreiro é uma profissão honesta, e quando crescer será pedreiro…

Entendo o que ocorreu naquela época. Meu parente via nossa realidade e não quis, apesar de meu sonho ser pequeno, me iludir com uma súbita melhoria de vida.

Hoje, enquanto consigo superar minhas expectativas de criança, pensei:

– Pareço uma abelha…

De acordo com as leis da aviação as abelhas não poderiam voar de maneira nem uma. Suas asas são pequenas demais para levantar seu corpo pesado do chão. Mas elas não tão nem ai para o que nós humanos achamos e voam assim mesmo.

Por meu sonho estar muito distante da minha realidade, quando jovem ouvi muito a seguinte pergunta:

– Como você vai fazer?

Não tinha uma resposta lógica, racional, para aquelas pessoas. Mas de uma coisa tinha certeza, EU PODIA VOAR!

Quando estava na faculdade, que já era uma utopia pra mim, fui interrogado por um professor que eu tinha como exemplo de profissional que queria ser:

– Qual o tamanho do seu sonho? Ele perguntou.

Respondi sem esitar:

– Tão grande que não cabe em mim.

Eu não sabia, mas, o que queria dizer era que “não sabia explicar, mas, sonhava além do que se podia compreender”.

É assim que vivi e vivo até hoje, como uma abelha. Enquanto as pessoas perdem tempo se perguntando, “Como que ele voa?” Eu estou voando…


Por Julio Pascoal

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Todos querem Voar

Todos nós queremos estar por cima, voando…

O status de estar por cima, tendo uma visão privilegiada, é cobiçado por muitos. Quem não quer tocar as nuvens, voando junto com as aves…

Mas, será que ao voar só veremos flores? E estaremos isentos de problemas?

Já foi provado por médicos e pesquisadores que a altura pode nos trazer alguns efeitos colaterais, por exemplo: a temperatura extremamente baixa leva o corpo humano à hipotermia que compromete o metabolismo do corpo.   A cada grau centígrado de calor perdido pelo corpo, o fluxo cerebral diminui em 6%, de modo que, aos 32º C, já começam a aparecer sinais de confusão mental e dificuldade de raciocínio.

Além disso, o frio extremo costuma causar a necrose de partes do corpo expostas a baixas temperaturas por longo período. Neste caso, o mal é irreversível.

O quanto mais alto, a captação de oxigênio para os tecidos torna-se mais difícil, e ocorrem sintomas como dores de cabeça, náuseas, lentidão de raciocínio, dores musculares, fadiga e taquicardia.

Por esses motivos antes citados, que os jogadores de futebol quando vão jogar em lugares altos passam, pelo menos, 24 horas no local realizando a “aclimatação”, que significa dar um tempo para o corpo se adaptar a altitude.

Citei esses exemplos para trazer uma reflexão sobre nossa ambição. Queremos estar bem altos profissionalmente e sempre ascender, mas, não queremos sofrer os efeitos da altitude. Efeitos esses, que igualmente aos exemplos citados, vão nos incomodar, mexer conosco, causar confusão de raciocínio, dificuldade de respirar pela pressão das atividades e da alta gestão, fadiga, dores de cabeça, náuseas, entre outros.

Não estou dizendo que não temos que sonhar, planejar e buscar o crescimento profissional, pois, sem sonhos não teremos motivos pra viver. Estou falando aqui que teremos que estar preparados para os efeitos da altitude, buscar ferramentas que nos auxilie na subida e subir devagar, lembrando que precisamos de um tempo para nos adaptar a temperatura daquela altura, que neste caso pode ser mais quentes do que nós pensamos.

Busquemos a auto-realização, porém, conscientes que se chegarmos lá com calma não sofreremos o impacto da mudança brusca de clima.

Por Julio Pascoal

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Fonte de pesquisa: http://migre.me/37VKM

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