Vivendo de passado

Todos nós vivemos de passado.
Se você não concorda comigo, analise bem esse ditado popular:
“Gato escaldado tem medo de água fria…”
Esse gato por ter vivido uma experiência ruim com água quente no passado, já não chega nem perto de água, independente do estado dela.
O que você é hoje, seja na vida profissional, na vida amorosa, acadêmica. A forma com que você lida com as dificuldades com garra, ou se desvia dos problemas, ou corre para alguém para lhe ajudar, etc.
É um reflexo do seu passado, das suas experiências vividas…
Por isso não devemos ter aversão ao passado dizendo que “quem vive de passado é museu”. Lembrando que o Passado e o futuro se encontram no presente. Então, antes de fingir que o passado não existe, saiba que ele se apresenta em você hoje. E temos que tirar o máximo de proveito dele, buscando aprender com as experiências boas e ruins da vida.
Utilize o passado ao seu favor.

Por Julio Pascoal

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A escalada impossível

Certa vez, em um país distante daqui existia uma montanha que todos sabiam que a escalada era impossível.

Durante anos e anos, grandes alpinistas do mundo todo tentaram escalar aquela montanha amaldiçoada: desistiram no inicio da subida ou morreram tentando.

Os boatos da montanha amaldiçoada correram os quatro cantos do mundo e isso atraia mais e mais curiosos.

Um dia surgiu um homem que iria mudar a história e não sabia. Ele chegou ao pé do monte, onde havia muitos e muitos, com seu equipamento de escalada olhou para cima  e começou a subir.

As pessoas pasmas apenas olhavam aquele suicídio.

Por vários dias eles esperavam e quando noticiavam que a montanha amaldiçoada tinha vencido novamente e mais um tinha morrido. Aquele homem desceu são e salvo. Todos correram ao encontro daquele milagre e como se fossem um,  perguntaram:

– Como?

Ele assustado com tamanha repercussão e sem entender a proeza que fizera perguntou:

– Como o que?

Neste momento um dos mais experientes alpinistas que estava lá, tomou a palavra:

– Como você subiu nessa montanha impossível de ser escalada?

O homem respondeu:

– Impossível? Não sabia.

Com isso, esse alpinista tornou simples uma escalada que tantos outros viam como mortal, inalcançável, e nos mostrou que devemos enxergar as coisas, as pessoas, os momentos, de forma positiva, ou seja, do nosso jeito. Enfrentando os obstáculos e depois tirando nossas próprias conclusões, sem deixar que a visão do outro atrapalhe nosso julgamento e transforme uma simples escalada/obstáculo em algo intransponível, um a limitação. Pois cada pessoa impõe sua própria limitação. Cada um cria seu próprio obstáculo.

Por Júlio Pascoal

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O cartão de visitas

Li certa vez em um livro o seguinte:

Se um profissional não conseguir expor seu objetivo de vida no verso de um cartão de visitas, a idéia é muito complicada de ser entendida”.

Pensei:

– Então tenho que por todos meus sonhos e planos no verso de um pequeno cartão visitas?

Descobri que não era bem assim como estava pensando. O que o autor estava questionando era se eu realmente tinha um objetivo de vida definido, se tinha certeza do que queria e como faria para conseguir, se era uma pessoa focada, e se era capaz de repassar essas idéias para outras pessoas de uma maneira concisa.

Daí percebi como era importante aquela pequena frase, e entendi o porque que de um livro de 411 paginas o que não me saia da cabeça era aquela frase tão simples.

Esse episódio me fez rever meus conceitos sobre planejamento de vida, foco, concentração em um objetivo. Agora concentro meus esforços só no que realmente acredito, num alvo, não desvio meus pensamentos mesmo que as dificuldades sejam grandes.

E hoje, pode me dar um cartão de visitas que descrevo meus objetivos nele, e ainda sobra espaço.


Por Julio Pascoal

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Sou como uma abelha!

Quando criança, fui interrogado por um parente próximo:

– O que você vai ser quando crescer?

Eu tinha de 10 á 11 anos, mas, já tinha idéia do que queria fazer.

– Quero trabalhar com clientes, atendente ou vendedor. Quero uma sala com ar condicionado e um computador só pra mim. Respondi empolgado.

Meu parente falou:

– Rapaz você já é servente de pedreiro é uma profissão honesta, e quando crescer será pedreiro…

Entendo o que ocorreu naquela época. Meu parente via nossa realidade e não quis, apesar de meu sonho ser pequeno, me iludir com uma súbita melhoria de vida.

Hoje, enquanto consigo superar minhas expectativas de criança, pensei:

– Pareço uma abelha…

De acordo com as leis da aviação as abelhas não poderiam voar de maneira nem uma. Suas asas são pequenas demais para levantar seu corpo pesado do chão. Mas elas não tão nem ai para o que nós humanos achamos e voam assim mesmo.

Por meu sonho estar muito distante da minha realidade, quando jovem ouvi muito a seguinte pergunta:

– Como você vai fazer?

Não tinha uma resposta lógica, racional, para aquelas pessoas. Mas de uma coisa tinha certeza, EU PODIA VOAR!

Quando estava na faculdade, que já era uma utopia pra mim, fui interrogado por um professor que eu tinha como exemplo de profissional que queria ser:

– Qual o tamanho do seu sonho? Ele perguntou.

Respondi sem esitar:

– Tão grande que não cabe em mim.

Eu não sabia, mas, o que queria dizer era que “não sabia explicar, mas, sonhava além do que se podia compreender”.

É assim que vivi e vivo até hoje, como uma abelha. Enquanto as pessoas perdem tempo se perguntando, “Como que ele voa?” Eu estou voando…


Por Julio Pascoal

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